Apascentai os que choram, e chorai com os que se alegram
Falai dos audaciosos e praguejai contra os incrédulos
Berrai a prantos a morte do salvador
E regozijai-vos dos desígnios do mestre
Entrei por dentre as portas da Jerusalém
E habitai nos teus tabernáculos
Sê-de incrédulos filhos, sê-de pacientes
Sê-de queridos, sê-de desejados
Porque nada além do às habita o Ser
E por nada se fará um pranto se querer habitar
no seu tabernáculo.
Que hás de haver
Que farás de ti
Que perfídia habita em tudo quanto fazes
E que zombeteira se torna tua mulher infâmia
Que palavras dóceis e afáveis vês
Que júbilo suave sentis
Quando em verdade nada há que o faça ver
O brilho celeste que brota e desce do celeiro celeste
Olhais, não para os montes
Mas para mim
Que cá estou a ajudar-vos
Pedi o que quereis
Desejais vossas paixões como a quem persegue
O lobo
Estais prontos a fazer o que ordeno
E estejais a ponto de uma só canção entoar
Portanto ide, e falai a todos que precisam ouvir
O que aqui ouvistes
E nunca, nunca
Deixais de olhar o pôr-do-sol
Este é o meu sinal.
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